Home Data de criação : 07/10/04 Última atualização : 08/05/07 22:00 / 18 Artigos publicados

Redville  escrito em segunda 19 novembro 2007 16:10

Em uma vila vermelha como o sangue

Estão aqueles que merecem nenhum amor

É muito triste olhar para seus rostos

E ouvir seus gritos de dor

Redville, vila sanguinária

Redville, uma visão muito triste

Redville, um lugar escuro

Um lugar que tira toda a sua vontade

Tome a pilula que te deixa doente

Escolha a estrada para a perdição

Campos congelas e corações de pedra

Talvez lá você perca suas esperanças

Redville, vá com escudos

Redville, Fique imóvel

Redville não é uma vila comum

Cruze o Hades para chegar lá

 

O Ceifador está chegando para te levar até lá

Você pode chorar, mas ninguém se importará

Você morrerá e para sempre ficará lá

E não existe nenhum jeito de escapar

Então, adeus eu te encontro um dia lá

 

 

 

By Will

permalink

Femme Fatale  escrito em sexta 26 outubro 2007 03:44

Ela tocou a campainha do apartamento 204 quando eram pouco mais de onze horas da noite. Guilherme demorou muito a abrir a porta. Estava tomando banho quando a campainha disparou a tocar. Ele saiu do banheiro com o cabelo molhado e de roupão preto e foi ver quem era. Assustou-se quando viu que era Paloma. Não esperava por ela. Ela foi logo entrando, analisando seu corpo de cima a baixo. Estava toda de vermelho. Vestido vermelho. Unhas vermelhas. Sandálias vermelhas. E pra completar, batom vermelho na boca. Parecia um vulcão, louca para entrar em erupção. E mais louca ainda estava pela possibilidade de parte da lava ser derramada no 204.

_O que você veio fazer aqui, Paloma?

_Nada de específico. Vim ver como você estava.

_Veio ver como eu estava assim, sem avisar?

_Hum, eu não sabia que precisava anunciar antes de vir. Não vai me oferecer nada pra beber?

_Quer beber alguma coisa?

_O que você tem de bebida?

_Uísque.

_Com gelo, por favor.

_Você acha que eu sou seu barman?

_Infelizmente não. Mas bem que você gostaria...

_Quer se sentar?

_Eu adoraria. Estava no banho?

_Você percebeu?

_Foi inevitável. Como está seu trabalho?

_Está bem.

Ele volta da cozinha e serve o copo de uísque à ela, que pergunta:

_Você não vai tomar nada?

_Não, obrigada.

_Ah, eu queria propor um brinde! Mas tudo bem, eu brindo sozinha!

E de modo solene, anuncia:

_À você, que acabou de sair do banho!

_O que você veio fazer aqui, Paloma?

_Ver como você estava. O que está achando do Flamengo, no campeonato? Que subida, hein?

_Paloma, você não veio aqui para tecer comentários sobre o campeonato brasileiro!

_Eu adoro o modo persistente como você tenta arrancar a verdade das pessoas...

_O que você quer?

_Sabe muito bem o que eu quero.

_Saberia, se você fosse mais clara.

_Ah estou sentindo uma dor nos pés. Vou tirar os sapatos. Tem algum problema?

_Problema nenhum.

_Então, como eu ia falando, você sabe o que eu quero.

_O que você quer? Dormir comigo?

_Não. Eu quero te apresentar à uma nova aura. Eu quero fazer você esquecer dos seus compromissos de amanhã. Eu quero te enlouquecer. Eu quero que você venha, me pegue e me leve pra onde você quiser!

_Você é louca...

_Louca por chocolate! Aliás, eu tenho uns aqui. Você aceita? Será que combina com o uísque? Bem, você não está tomando mesmo não é?

_Por que você faz as coisas desse modo?

_Porque este é o modo como as garotas fazem! E eu sou má. Sou muito má.

_Você é má?

_Muito má. E você deve me punir pois eu tenho me comportado muito mal.

_Não cabe a mim te punir...

_Ah, mas foi pra isso que eu vim aqui. Sabe, eu estou à procura de um menino que saiba me punir da maneira correta. E meu corpo me dá todos os sinais de que você é esse menino!

_Menina, não brinca comigo!

_Eu não estou brincando. Eu nunca falei tão sério em toda a minha vida...

_É preciso coragem pra fazer o que você fez, de vir até aqui.

_A coragem que não falta a mim falta à você...

Guilherme silenciou. E olhou para Paloma, nesse momento, sentada no sofá acolchoado branco, com os pés no chão, o copo de uísque numa mão, a barra de chocolate na outra, a lhe lançar olhares devoradores. Então ela, como que num impulso louco de eletricidade acumulada, levanta do sofá:

_Eu vou embora. Já vi que você não quer ser apresentado à minha aura espiritual! Adeus!

Ela abre a porta e sai, com o chocolate numa das mãos e a sandália na outra. Guilherme pensa, reluta mas o ser homem fala mais alto e ele vai atrás dela, deixando a porta aberta. Consegue alcançá-la ao final do corredor.

Agora, são quase seis horas da manhã e a porta do apartamento 204 continua aberta...

Por Anna Lu!

(porque só eu pra fazer esses textos pederastas...)

permalink

Femme Fatale  escrito em sexta 26 outubro 2007 03:39

Ela tocou a campainha do apartamento 204 quando eram pouco mais de onze horas da noite. Guilherme demorou muito a abrir a porta. Estava tomando banho quando a campainha disparou a tocar. Ele saiu do banheiro com o cabelo molhado e de roupão preto e foi ver quem era. Assustou-se quando viu que era Paloma. Não esperava por ela. Ela foi logo entrando, analisando seu corpo de cima a baixo. Estava toda de vermelho. Vestido vermelho. Unhas vermelhas. Sandálias vermelhas. E pra completar, batom vermelho na boca. Parecia um vulcão, louca para entrar em erupção. E mais louca ainda estava pela possibilidade de parte da lava ser derramada no 204.

_O que você veio fazer aqui, Paloma?

_Nada de específico. Vim ver como você estava.

_Veio ver como eu estava assim, sem avisar?

_Hum, eu não sabia que precisava anunciar antes de vir. Não vai me oferecer nada pra beber?

_Quer beber alguma coisa?

_O que você tem de bebida?

_Uísque.

_Com gelo, por favor.

_Você acha que eu sou seu barman?

_Infelizmente não. Mas bem que você gostaria...

_Quer se sentar?

_Eu adoraria. Estava no banho?

_Você percebeu?

_Foi inevitável. Como está seu trabalho?

_Está bem.

Ele volta da cozinha e serve o copo de uísque à ela, que pergunta:

_Você não vai tomar nada?

_Não, obrigada.

_Ah, eu queria propor um brinde! Mas tudo bem, eu brindo sozinha!

E de modo solene, anuncia:

_À você, que acabou de sair do banho!

_O que você veio fazer aqui, Paloma?

_Ver como você estava. O que está achando do Flamengo, no campeonato? Que subida, hein?

_Paloma, você não veio aqui para tecer comentários sobre o campeonato brasileiro!

_Eu adoro o modo persistente como você tenta arrancar a verdade das pessoas...

_O que você quer?

_Sabe muito bem o que eu quero.

_Saberia, se você fosse mais clara.

_Ah estou sentindo uma dor nos pés. Vou tirar os sapatos. Tem algum problema?

_Problema nenhum.

_Então, como eu ia falando, você sabe o que eu quero.

_O que você quer? Dormir comigo?

_Não. Eu quero te apresentar à uma nova aura. Eu quero fazer você esquecer dos seus compromissos de amanhã. Eu quero te enlouquecer. Eu quero que você venha, me pegue e me leve pra onde você quiser!

_Você é louca...

_Louca por chocolate! Aliás, eu tenho uns aqui. Você aceita? Será que combina com o uísque? Bem, você não está tomando mesmo não é?

_Por que você faz as coisas desse modo?

_Porque este é o modo como as garotas fazem! E eu sou má. Sou muito má.

_Você é má?

_Muito má. E você deve me punir pois eu tenho me comportado muito mal.

_Não cabe a mim te punir...

_Ah, mas foi pra isso que eu vim aqui. Sabe, eu estou à procura de um menino que saiba me punir da maneira correta. E meu corpo me dá todos os sinais de que você é esse menino!

_Menina, não brinca comigo!

_Eu não estou brincando. Eu nunca falei tão sério em toda a minha vida...

_É preciso coragem pra fazer o que você fez, de vir até aqui.

_A coragem que não falta a mim falta à você...

Guilherme silenciou. E olhou para Paloma, nesse momento, sentada no sofá acolchoado branco, com os pés no chão, o copo de uísque numa mão, a barra de chocolate na outra, a lhe lançar olhares devoradores. Então ela, como que num impulso louco de eletricidade acumulada, levanta do sofá:

_Eu vou embora. Já vi que você não quer ser apresentado à minha aura espiritual! Adeus!

Ela abre a porta e sai, com o chocolate numa das mãos e a sandália na outra. Guilherme pensa, reluta mas o ser homem fala mais alto e ele vai atrás dela, deixando a porta aberta. Consegue alcançá-la ao final do corredor.

Agora, são quase seis horas da manhã e a porta do apartamento 204 continua aberta...

Por Anna Lu!

(porque só eu pra escrever esses textos um tanto pederastas...)

permalink

Idiota  escrito em quinta 18 outubro 2007 16:30

Não sou como eles 
Mas posso fingir 
O sol se foi 
Mas ainda tenho uma luz 
O dia acabou 
E eu nem me diverti 
Acho que sou idiota 
Ou talvez sou só feliz 
Acho que sou só feliz...  
Meu coração está quebrado 
Mas eu tenho um pouco de cola 
Me ajude a inalar 
E consertá-lo com você 
Podemos flutuar por aí 
E pendurar numas nuvens 
E daí descemos 
E teremos uma ressaca... teremos uma ressaca  
Arranque a pele do sol 
Caia no sono 
Sonhe acordado 
A alma não vale nada 
Lição aprendida 
Me deseje sorte 
Acalme a queimadura 
Me acorde...  
Não sou como eles 
Mas posso fingir 
O sol se foi 
Mas ainda tenho uma luz 
O dia acabou 
E eu nem me diverti 
Acho que sou idiota 
Ou talvez sou só feliz 
Acho que sou só feliz... 
 Acho que sou idiota... 
 
É... Com certeza eu sou uma idiota.
permalink

S.O.J.A true love- (tradução)  escrito em quarta 17 outubro 2007 20:31

Amor verdadeiro
 
Justo como a terra que carrega a África conhecida,
amor está em minha mente. 
É para todos não importade de onde você é, 
amor, ele cruza todas as linhas. 
Como o sentimento de todas as estações que mudam,
o amor é uma memória e nestes últimos dias, 
quando a perversidade ardente chama
amor fala a verdade.
 
eu preciso de um amor verdadeiro
você sabe o que você significa pra mim
isto mostra como eu vivo e como eu respiro
e no vale da escuridao,eu sei que você vai estar
eu me defendo, eu conquisto a morte
eu conquisto o inimigo (inveja)
 
o que o amor é na realidade se somente finge, um
aspecto de vida?
é como um musico que somente aceita, seu proprio jeito
de musica.
é como um pregador que somente respeita domingo de
manhã, e não
sabado a noite
é como um soldado pode vim a refletir
esse amor é maior do que o homem e a mulher.
 
eu preciso de um amor verdadeiro
você sabe o que você significa pra mim
isto mostra como eu vivo e como eu respiro
e no vale da escuridao,eu sei que você vai estar
eu me defendo, eu conquisto a morte
eu conquisto o inimigo (inveja)
 
em um tempo de fartura, Jah vai me manter forte.
coisas que me deixam bem, yeah
Jah vai me mater forte
Quando o meu cálice estiver vazio Jah me manterá forte
Quando o meu cálice estiver vazio Jah me manterá forte, yeah
Jah irá me proteger de sua tentações
Thayane Abreu
 
 
 
permalink